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sábado, 17 de junho de 2017

Atividades com Palitos de Picolés Sobre a Família e Vídeo Com História


Trabalhando o tema família, cada criança desenhou sua família dentro de simpáticas casinhas confeccionadas com palitos de picolés .








Assista ao vídeo abaixo uma encantadora história sobre uma menina órfã e toda sua expectativa gerada ao receber a notícia que iria ser adotada por uma família.




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Pois o Senhor é quem dá sabedoria; de sua boca procedem
o conhecimento e o discernimento. 
Provérbios 2:6

quarta-feira, 17 de maio de 2017

A História das Vogais





No vídeo conto a história das vogais e ao final da histórias elas se juntam e criam outras palavrinha.

Peço desculpa pela filmagem que ficou desfocada.

Se gostarem de vídeos assim como este peço que cliquem no joinha abaixo do vídeo e se inscrevam no canal Cantinho Alternativo.



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quarta-feira, 22 de junho de 2016

Vídeo da História da Galinha Ruiva Utilizando Fantoches de Vara


Olá amigos tudo bem com vocês?
Tem vídeo novo lá no canal. No vídeo conto para minha turma de 1º ano, a história da Galinha Ruiva utilizando fantoches de vara.


Espero muito que gostem.
Um beijão e fiquem com Deus.

domingo, 15 de junho de 2014

Vídeo da História: A fila dos números

Olá amigos, na última postagem coloquei a sequência didática que realizei com minha turminha sobre os números. Na hora de contar a história resolvi filmar. 
História infantil A FILA DOS NÚMEROS, foi contada para trabalhar sequência numérica e a escrita dos números pois muitas crianças confundem e os escrevem espelhados.Nossa, como 
foi estranho me ver contando a história, percebi muitos coisinhas que com certeza tentarei mudar nas próximas vezes que contar uma história (hehehe), valeu para uma auto-crítica.


“Consagre ao Senhor tudo o que você faz, 
e os seus planos serão bem-sucedidos.”
Provérbios 16:3


quarta-feira, 5 de maio de 2010

Renata Cara de Batata


Alá amigos, como estou trabalhando com o projeto Higiene Bucal criei uma boneca gigante de EVA para trabalhar a história Renata Cara de Batata.
É uma história que trabalha de maneira divertida a troca dos dentinhos.
Não precisa nem dizer: as crianças amaram.

Encomendas:
A boneca mede 85 cm de altura e troca a carinha, acompanha a hitória
Renata Cara de Batata digitada.
Fazemos também várias carinhas para poder trabalhar expressões.
Esta já foi vendida, aproveite encomende a sua com 15% de desconto.
Faça o orçamento através do email: greice78@gmail.com.
Se você é de Criciúma não perca tempo: o frete é grátis.



"Esperei confiantemente pelo SENHOR; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro. Tirou-me de um poço de perdição, de um tremedal de lama; colocou-me os pés sobre uma rocha e me firmou os passos. E me pôs nos lábios um novo cântico, um hino de louvor ao nosso Deus; muitos verão essas coisas, temerão e confiarão no SENHOR."
(Salmos 40:1-3)

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Livrinho O Dentinho de EVA

Estou trabalhando com o projeto Higiene Bucal e confeccionei este livrinho.

Em uma das páginas colei a historinha.




O amigo Dentinho

Era uma vez um dentinho,
forte, belo e bem branquinho.

Ele nasceu e cresceu como sempre quis,
Muito branquinho e muito feliz.

Mas um dia ele ficou doente,
porque seu dono não escovava os dentes.
Ele comia bala, chocolate e cachorro quente,
coisas que são inimigas dos dentes.

O dono do dentinho, com muita dor,
Desabou então a chorar...
E não teve outra saída,
foi o Sr. Dentista procurar.

E adivinhem o resultado?
Nosso amigo dentinho estava cariado!
E precisava de ser bem cuidado.

Foi aí que o Sr. Dentista,
que era muito legal,
  lhe apresentou seus novos amigos:
a pasta, a escova e o fio dental.

Então, nosso amigo dentinho,
voltou a ser feliz, forte e branquinho.

E o seu dono aprendeu a grande lição:
agora ele cuida dos dentes e da alimentação.



"Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia,
ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?"
(Romanos 8:35)

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Hora do Conto II


Olá amigos hoje na minha escola, dando seqüencia ao projeto Hora do Conto, foi o dia da apresentação da Turma do Jardim III da Professora Lúcia. Confira:

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A Ratoeira

Um rato olhando pelo buraco na parede vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Ficou aterrorizado quando descobriu que era uma ratoeira.
Foi para o pátio da fazenda advertindo a todos:
-Tem uma ratoeira na casa!
Porem, a galinha, que ciscava, levantou a cabeça e disse que não lhe dizia respeito, pois não corria perigo por causa da ratoeira. O coelho foi sarcástico, dizendo que ia orar pelas almas dos ratos. O boi mal deu ouvidos a um animalzinho tão insignificante. Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite ouviu-se um barulho característico: a ratoeira aprisionara sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que a armadilha havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira pegou a cauda de uma cobra venenosa. a cobra picou a mulher.
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Achando que uma canja confortaria sua esposa, o fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal - a galinha.
Como a mulher continuava mal, amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro então matou o cordeiro.
A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou o boi para alimentar todo aquele povo.
Na próxima vez em que você ouvir um companheiro dizer que está diante de um problema e acreditar que isto não lhe diz respeito, lembre-se: Quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Trabalhando as diferenças: Elmer o Elefante

História: Elmer o Elefante 

Era uma vez uma manada de elefantes. Elefantes novos, elefantes velhos, elefantes altos, magros ou gordos. Elefantes assim, elefantes assado, todos diferentes, mas todos felizes e todos da mesma cor. Todos, quer dizer, menos o Elmer.
O Elmer era diferente.
O Elmer era aos quadrados.
O Elmer era amarelo e cor de laranja e encarnado e cor-de-rosa e roxo e azul e verde e preto e branco.
O Elmer não era cor de elefante.
Era o Elmer que mantinha os elefantes felizes. Às vezes era ele que pregava partidas aos outros elefantes, às vezes eram eles que lhe pregavam partidas. Mas quando havia um sorriso, mesmo pequenino, normalmente era o Elmer que o tinha causado.
Uma noite o Elmer não conseguia dormir; estava a pensar, e o pensamento que ele estava a pensar era que estava farto de ser diferente. “Quem é que já ouviu falar de um elefante aos quadrados”, pensou ele. “Não admira que se riam de mim.” De manhã, enquanto os outros ainda estavam meio a dormir, o Elmer escapou-se muito de mansinho, sem ninguém dar por isso.
Enquanto atravessava a floresta, o Elmer encontrou outros animais.
Todos eles diziam: “Bom dia, Elmer.” E de cada vez o Elmer sorria e dizia: “Bom dia.”
Depois de muito andar, o Elmer encontrou aquilo que procurava – um grande arbusto. Um grande arbusto coberto de frutos cor de elefante. O Elmer agarrou-se ao arbusto e abanou-o e tornou a abaná-lo até que os frutos terem caído todos no chão.
Depois de o chão estar todo coberto de frutos, o Elmer deitou-se e
rebolou-se para um lado e outro, uma vez e outra vez. Depois pegou em cachos de frutos e esfregou-se todo com eles, cobrindo-se com o sumo dos frutos, até não haver sinais de amarelo, nem cor de laranja, nem de encarnado, nem de cor-de-rosa, nem de roxo, nem de azul, nem de verde, nem de preto, nem de branco. Quando o acabou, Elmer estava parecido com outro elefante qualquer.
Depois o Elmer dirigiu-se de regresso à manada. De caminho voltou a passar pelos outros animais. Desta vez cada um deles disse-lhe: “Bom dia, elefante.” E de cada vez que Elmer sorriu e disse: “Bom dia”, muito satisfeito por não ser reconhecido.
Quando o Elmer se juntou aos outros elefantes, eles estavam todos muito quietos. Nenhum deles deu pelo Elmer enquanto ele se metia no meio da manada.
Passado um bocado o Elmer sentiu que havia qualquer coisa que não estava bem. Mas que seria? Olhou em volta: a mesma selva de sempre, o meu céu luminoso de sempre, a mesma nuvem escura que aparecia de tempos em tempos, e por fim os mesmos elefantes de sempre. O Elmer olhou para eles.
Os elefantes estavam absolutamente imóveis. O Elmer nunca os tinha visto tão sérios. Quanto mais olhava para os elefantes sérios, silenciosos, sossegados, soturnos, mais vontade tinha de rir. Por fim não conseguia aguentar mais. Levantou a tromba e berrou com quanta força tinha:
BUUU!
Com a surpresa, os elefantes deram um salto e caíram cada um para seu lado. “São Trombino nos valha!”, disseram eles, e depois viram o Elmer a rir perdidamente. “Elmer”, disseram eles. “Tem de ser o Elmer.” E depois s outros elefantes também se riram como nunca se tinham rido.
Enquanto se estavam a rir a nuvem escura apareceu, e quando a chuva começou a cair em cima do Elmer os quadrados começaram a aparecer outra vez. Os elefantes não paravam de rir enquanto o Elmer voltava às cores do costume. “Oh Elmer”, ofegou um velho elefante. “Já tens pregado boas partidas, mas esta foi a melhor de todas. Não levaste muito a mostrar as tuas verdadeiras cores.”
“Temos de comemorar este dia todos os anos”, disse outro. “Vai ser o dia do Elmer. Todos os elefantes vão ter de se pintar e o Elmer vai-se pintar de cor de elefante.”
E é isto mesmo que os elefantes fazem. Num certo dia do ano, pintam-se todos e desfilam. Nesse dia, se vires um elefante com a cor vulgar de um elefante, já sabes que deve ser o Elmer.
MCKEE, D. (1997). Elmer (Tradução de J. Oliveira, 4ª edição). Lisboa: Caminho.

Conversação sobre a história e as diferenças:

Depois de contar a história conversamos sobre ela e as atitudes de Elmer por se achar inferior aos demais elefantes pelo fato de ser diferente. Nossa conversa foi bem proveitosa e ficou claro através das falas das crianças que o importante na vida não é ser igual à todo mundo e sim de sermos pessoas boas.

Pedi para as crianças recontarem a história e à medida que iam fando eu a anotava no quadro-negro. Solicitei que fizessem um desenho sobre a história para que depois escolhessem o desenho que mais gostaram.


Passei o texto recriado poe eles no mimeógrafo e o desenho.
Pedei que circulassem no texto as palavras elefante, elefantes, Elmer.
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Colagem de gravuras e palavras que começam com a letra E trazidas de casa:

Trilha do Elmer para trabalhar matemática (contas de adição e subtração).
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Trilha do Elmer para essa atividade coloquei em algumas casas contas de adição e subtração em algumas casinhas:
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Elefantinhos para representar os jogadores (recortar e dobrar no meio):


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Trabalhando o sentido do tato.

Confeccionei o elefante Elmer em papel pardo e coloquei papéis de várias texturas, vários tipos de sementes e grãos, lantejoulas de tamanhos diferentes, lixa e algodão:

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Fizemos uma rodinha e as crianças escolhiam um dos itens colocados à disposição para colar no Elmer.

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Depois da colagem, cada criança com os olhos vendados tentou adivinhar o material que estava apalpando:

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Logo estarei postando mais atividades desenvolvidas à partir da história de Elmer.
Créditos:www.andersenpress.co.ukescritoresdepalmoemeio.blogspot.com
http://jt44.free.fr/
http://ei.forumvila.com/


sexta-feira, 13 de junho de 2008

História a Magia do Alfabeto







Minha dica para trabalhar o alfabeto é essa história que explica de uma forma lúdica a diferença entre vogais e consoantes.



HISTÓRIA A MAGIA DO ALFABETO

NO CASTELO ENCANTADO DA FADA ROSA MORAVAM TODAS AS LETRAS DO ALFABETO. VIVIAM FELIZES E BRINCAVAM MUITO.

UM DIA A FADA AZUL DO CASTELO DOS NÚMEROS CONVIDOU AS LETRAS PARA UMA FESTA, MAS A FADA ROSA NÃO DEIXOU ELAS IREM PORQUE IRIA CHOVER.

ALGUMAS SAIRAM ESCONDIDAS E FORAM À FESTA, E OUTRAS FICARAM (AS VOGAIS). QUANDO VOLTAVAM, CAIU UMA TEMPESTADE COM RAIOS E TROVÕES. UM RAIO CAIU NA LETRA H E ELA FICOU MUDA, AS OUTRAS LETRAS FICARAM MUITO ASSUSTADAS.

AO CHEGAREM NO CASTELO, LEVARAM UMA BRONCA DA FADA ROSA QUE LHES DEU UM CASTIGO: NUNCA MAIS TERIAM SOM PRÓPRIO, SEMPRE TERIAM QUE TER UMA VOGAL ACOMPANHANDO-AS. E ASSIM FOI QUE SURGIU AS VOGAIS E CONSOANTES.

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Castelo dos Números da Fada Azul







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Castelo das Letras da Fada Rosa



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Fantoches de palitos de charrasco:

  • fada Rosa
  • fada Azul
  • letras


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Caixa para guardar a história:



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Agradeço a minha querida estagiária: Raquel por ter confeccionado todos os itens para a realização da história.

Valeu Raquel, você é d+!!!