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sábado, 26 de junho de 2010

Dramatização da História Os Músicos de Bremen


Na escola onde trabalho E.M.I.E.F Serafina Milioli Pescador realizamos um projeto chamado Hora do Conto e uma das atividades é a apresentação de um conto para toda a escola, cada mês uma turma fica incumbida de tal tarefa. No mês de maio adivinhem quem ficou responsável pela apresentação do conto? Isso mesmo minha turminha. Decidi então realizar a dramatização da história citada. Com a ajuda da Raquel que confeccionou as máscaras e fez o cenário fiz as roupinhas de TNT e ensaiei a turma.
Confira as fotos:













Assim que escanear posto os moldes das máscaras dos animais.

Os Músicos de Bremen
Um homem tinha um burro que, há muito tempo, carregava sacos de milho para o moinho. O burro, porém, já estava ficando velho e não podia mais trabalhar. Por isso, o dono tencionava vendê-lo. O pobre animal, sabendo disso, ficou muito preocupado, pois não podia imaginar como seria seu novo dono... e então, para evitar qualquer surpresa desagradável, pôs-se a caminho da cidade de Bremen."Certamente, poderei ser músico na cidade", pensava ele.Depois de andar um pouco, encontrou um cão deitado na estrada, arfando de cansaço.- Por que estás assim tão fatigado? perguntou o burro.- Amigo, já estou ficando velho e, a cada dia, vou ficando mais fraco. Não posso mais caçar; por isso meu dono queria me entregar à carrocinha. Então, fugi, mas não sei como ganhar a vida.- Pois bem, lhe disse o burro. Minha história é bem semelhante à sua. Vou tentar a vida como músico em Bremen. Venha comigo. Eu tocarei flauta e você poderá tocar tambor.O cão aceitou o convite e seguiu com o burro. Não tinham andado muito, quando encontraram um gato, muito triste, sentado no meio do caminho.- Que tristeza é essa, companheiro? lhe perguntaram os dois- Como posso estar alegre, se minha vida está em perigo? respondeu o gato. Estou ficando velho e prefiro estar sentado junto ao fogo, em vez de caçar ratos. Por esse motivo, minha dona quer me afogar.- Ora, venha conosco a Bremen, propuseram os outros. Seremos músicos e ganharemos muito dinheiro.O gato, depois de pensar um pouco, aderiu e acompanhou-os. Foram andando até que encontraram um galo, cantando tristemente, trepado numa cerca.- Que foi que lhe aconteceu, amigo? perguntaram os três.- Imaginem, respondeu o galo, que amanhã a dona da casa vai ter visitas para o jantar. Então, sem dó nem piedade, ordenou ao cozinheiro que me matasse para fazer uma canja.Os outros, então, lhe propuseram:- Nós vamos a Bremen, onde nos tornaremos músicos. Você tem boa voz. Que tal se nos reunissemos para formar um conjunto?O galo gostou da idéia e juntando-se aos outros seguiram caminho.A cidade de Bremen ficava muito distante e eles tiveram que parar numa floresta para passar a noite. O burro e o cão deitaram-se em baixo de uma árvore grande. O gato e o galo alojaram-se nos galhos da árvore.O galo, que se tinha colocado bem no alto, olhando ao redor, avistou uma luzinha ao longe, sinal de que deveria haver alguma casa por ali. Disse isso aos companheiros e todos acharam melhor andar até lá, pois o abrigo ali não estava muito confortável.Começaram a andar e, cada vez mais, a luz se aproximava. Afinal, chegaram à casa. O burro, como era o maior, foi até a janela e espiou por uma fresta. À volta de uma mesa, viu quatro ladrões que comiam e bebiam. Transmitiu aos amigos o que tinha visto e ficaram todos imaginando um plano para afastar dali os homens. Por fim, resolveram aproximar-se da janela. O burro colocou-se de maneira a alcançar a borda da janela com uma das patas. O cão subiu nas costas do burro. O gato trepou nas costas do cão e o galo voou até ficar em cima do gato.Depois, a um sinal combinado, começaram a fazer sua música juntos: o burro zurrava, o cão latia, o gato miava e o galo cacarejava. A seguir, quebrando os vidros da janela, entraram pela casa a dentro, fazendo uma barulhada medonha.Os ladrões, pensando que algum fantasma havia surgido ali, saíram correndo para a floresta. Os quatro animais sentaram-se à mesa, serviram-se de tudo e procuraram um lugar para dormir. O burro deitou-se num monte de palha, no quintal; o cão, junto da porta, como a vigiar a casa; o gato, junto ao fogão, e o galo encarapitou-se numa viga do telhado. Como estavam muito cansados, logo adormeceram.Um pouco além da meia noite, os ladrões, verificando que a luz não brilhava mais dentro da casa, resolveram voltar. O chefe do bando disse aos demais: - Não devemos ter medo! E mandou que um entrasse primeiro para examinar a casa. Chegando à casa, o homem dirigiu-se à cozinha para acender um vela. Tomando os olhos do gato, que brilhavam no escuro, por brasas, tentou neles acender um fósforo. O gato, entretanto, não gostou da brincadeira e avançou para ele, cuspindo-o e arranhando-o. Ele tomou um grande susto e correu para a porta dos fundos, mas o cão, que lá estava deitado, mordeu-lhe a perna. O ladrão saiu correndo para o quintal, mas, ao passar pelo burro, levou um coice. O galo, que acordara com o barulho, cantou bem alto: - Có, có, ró, có!!!!Sempre a correr, o ladrão foi se reunir aos outros, a quem contou:- Lá dentro há uma horrível bruxa que me arranhou com suas unhas afiadas e me cuspiu no rosto. Perto da porta, há um homem mau que me passou um canivete na perna. No quintal, há um monstro escuro, que me bateu com um pedaço de pau. Além disso tudo, no telhado está sentado um juiz, que gritou bem alto: "- Traga aqui o patife!!!"... Acho que não devemos voltar lá... é muito perigoso!!Depois disso, nunca mais os ladrões voltaram à casa, e os quatro músicos de Bremen sentiam-se muito bem lá, onde faziam suas músicas e viviam despreocupados. De vez em quando alguém das redondezas os chamavam e lá iam eles, felizes e contentes, tocar a sua música....
FIM
"Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor;
mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto
ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer."
(João 15:15)

domingo, 2 de dezembro de 2007

Semana da Pátria: Dramatização da Independência do Brasil






NA ESCOLA ONDE TRABALHO FAREMOS UM ATO CÍVICO PARA COMEMORARMOS O DIE DA INDEPENDÊNCIA. MEUS ALUNOS IRÃO APRESENTAR O SEGUINTE TEATRINHO
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História da Independência do Brasil

Era uma vez um principezinho que veio de uma terra muito distante chamado Portugal para morar no Brasil com sua família. Este príncipe era chamado de Pedrinho. Ele era um menino inteligente, corajoso e muito amoroso.
O povo brasileiro gostava muito dele, por isso quanto sua família teve que regressar para Portugal com urgência, os brasileiros fizeram uma baixo-assinado e foram as ruas pedir que Pedro permanecesse aqui. O povo clamava:
-Fica Pedro! - Fica Pedro! - Fica Pedro! -Fica Pedro!
O príncipe vendo aquela multidão de brasileiros pedindo que ele ficasse, respondeu:
- Se for para o bem de todos e felicidade geral da nação, eu fico.
Os brasileiros ficaram super contente e comemoram sua primeira vitória:
- Viva! Viva! Viva! Viva!
O tempo passou e um dia a princesa Leopoldina recebeu uma carta do pai de Pedro, que era rei de Portugal. Ao ler a carta ela chamou seu conselheiro José Bonifácio e disse:
- José, a corte portuguesa exige que Pedro volte imediatamente para Portugal.
Naquele mesmo instante José Bonifácio teve uma idéia.
- Alteza, escreva uma mensagem a vosso marido, peça que proclame a Independência do Brasil imediatamente.
A princesa mais que depressa escreve uma carta e manda o mensageiro entregar a Pedro.
-Vá rápido, encontre o príncipe Pedro e entregue esta carta a ele.
O mensageiro encontrou o príncipe perto do Riacho Ipiranga, descansado com sua cavalaria.
-Vossa alteza, eis uma mensagem da princesa Dona Leopoldina.
Ao ler a mensagem Pedro diz aos soldados.
-Soldados, a corte portuguesa quer nos escravizar. Laços fora, guerreiros! A partir de hoje não serviremos mais a Portugal. Ou o Brasil fica livre ou morremos por ele. Independência ou Morte!
Todos os soldados gritaram em um só coro:
-Independência! Independência! Independência!
A partir daquele dia raiava a liberdade no horizonte do Brasil. Nosso país tinha ficado livre de Portugal. E hino brasileiro agora poderia ser cantado em todas as redondezas com mais força e garra.
Autora: Bernadete Sena de Santana
Molde do Cavalinho de pau:
Atividades
Fotos da apresentação
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