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A importância de atividades extras na educação infantil As atividades extras são uma forma das crianças aprenderem brincando. Conheça a importância de algumas delas na educação infantil. Estão cada vez mais presentes no dia a dia das crianças atividades extras. Aprender um novo idioma, fazer uma atividade física ou mesmo interagir com programas novos no computador saõ alguns exemplos. Os cursos extracurriculares são muitos importantes para o desenvolvimento dos pequenos e são oferecidos pela maioria das escolas fora do horário de aula. Com a participação nessas novas formas de aprendizagem, as crianças aperfeiçoam mais a sua capacidade em armazenar novas informações. Na primeira infância a criança permanece ainda no estágio em que não sabe se colocar no lugar do outro, mas ao receber responsabilidades para ser desenvolvidas em grupos, ela consegue estabelecer essa relação. Nessa fase a criança encontra um excelente período para diversificar as suas atividades e quanto mais se interessam em aprender, mais segurança pessoal terá. Qual atividade é melhor para meu filho? Antes de você matricular o seu filho em uma determinada atividade, veja qual é a área que ele mais demonstra interesse. Os esportes são opções para um desenvolvimento emocional, disciplinar e corporal, pois a criança passará a melhorar a autoestima e também conseguirá controlar o seu peso, pois será incentivada a isso. É válido colocar o seu pequeno em um curso de língua estrangeira em sua cidade, pode inclusive servir de preparo para um intercâmbio no futuro. Neste último caso, o planejamento é mais exigente, pois além dos preparativos inerentes para viajar para fora do país como passaporte, seguro viagem internacional, inclui a escolha do tipo de curso, estadia, duração e cidade. É uma experiência que demanda mais maturidade do estudante e por isso é melhor esperar uma idade compatível, geralmente a partir dos 12 anos. A criança que adora música pode ter aulas com instrumentos musicais, pois ajudam no ritmo e despertará o pequeno a ter mais atenção ao aprendizado escolar. Se o seu filho gosta de interagir com ritmos, colocá-lo em um curso de dança contribuirá para um equilíbrio da postura corporal. Cuidados com os pequenos para as atividades extras Muito cuidado porque o excesso é prejudicial. É claro que as mamães querem que seus filhos aprendam tudo o que puder, porém, somente o que puder, ou seja, quando as atividades extras ultrapassam os limites, geram desconforto nas crianças. Outro cuidado que as mamães precisam ter é que, se o filhote não está conseguindo acompanhar as atividades, a mamãe deve ficar atenta porque nem sempre a criança colocará em palavras esse problema. Observe se o desempenho do seu filho mudou dentro e também fora da escola, mas vale se atentar a um todo e não somente às notas no boletim. Lembre-se de que o excesso de compromissos e horários prejudica o desempenho das crianças. Meu filho não que fazer mais nenhuma atividade extra. E agora? Se o seu filho fazia atividades extras e de repente não quer mais fazer nenhuma, não se desespere! Isso é bastante comum e acontece, muitas vezes, porque não são reconhecidas ou por achar que não se saiu bem, podendo até acreditar que não se destacou como seus coleguinhas. Se isso ocorreu com seu filho, mostre a ele quais as transformações positivas que ele conseguiu e como poderão aumentar ainda mais se ele continuar a se esforçar. Estabelecer uma parceria entre a escola e a família é muito importante para as atividades extras. Dafna Obadia - escritora e assistente virtual paraense, dedica-se à Licenciatura em Letras na Universidade Anhanguera e Bacharelado em Direito na Universidade da Amazônia. |
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quarta-feira, 23 de julho de 2014
A importância de atividades extras na educação infantil
terça-feira, 1 de julho de 2014
Qual a idade certa para um intercâmbio?
Não é fácil saber qual momento é o ideal para investir em uma viagem ao exterior para aprender ou melhorar um idioma. Os pais devem trabalhar essa decisão junto com o interesse da criança em provar dessa nova experiência.
As empresas de intercâmbio já apostam em cursos destinados a crianças com idade a partir dos 7 anos, eles viajam em grupos com adolescentes de até 17 anos. Algumas famílias acreditam que essa experiência fortalece o amadurecimento, a auto-confiança e coloca o filho diante de situações que farão ele aprender a se socializar e a se virar “sozinho”.
É inegável que uma viagem para outro país traz inúmeras possibilidades de crescimento pessoal. O contato com outra cultura, o uso da língua estrangeira, a prática do idioma e a socialização inerente ao ambiente do ensino, sala de aula, novos amigos, troca de informações e enriquecimento didático.
Não há fórmula mágica para saber qual o momento ideal para enviar o filho para um curso no exterior. É conveniente compartilhar desse plano com a própria criança, para que o sonho de passar por essa novidade não seja apenas reflexo da vontade dos pais. Porém é certo que na maioria das vezes eles ficam ansiosos com a possibilidade de tal viagem.
O comportamento do pequeno estudante também deve ser levado em consideração, há crianças que naturalmente tem uma desenvoltura que permite se jogar no que é novo, em desvendar caminhos, outras, mais introspectivas, não estão ainda, dispostas a tais exposições. Respeitar esse ritmo é salutar, já que cada uma tem sua pessoal velocidade de desenvoltura.
Antes de tudo, a empresa de intercâmbio deve ter uma boa reputação e você deve ter confiança nos serviços que ela oferece, isso facilmente é pesquisado através de sites e blogs de estudantes que já passaram por tal experiência. A questão burocrática de documentação deve ser feita com antecedência, o seguro viagem internacional, os comprovantes de estadia e da escola de idiomas, tudo será exigido na entrada do país escolhido. O seguro servirá também caso a criança precise de algum atendimento médico no estrangeiro.
Outro ponto importante é a acomodação durante o curso. As duas possibilidades são bem distintas e oferecem variados tipos de situações, em casa de família ou em residências estudantis. Geralmente o pacote do curso de línguas já inclui a estadia que une o grupo de viajantes, liderado por um profissional da empresa brasileira que viaja junto com a turma. São residências destinadas aos alunos de fora do país, com quartos individuais ou em grupos, separados de acordo com a idade, com cozinha coletiva e geralmente próximas à escola de línguas.
O intercâmbio teen, como é chamado para essa fase da adolescência, é realizado frequentemente no período de férias escolares no Brasil, o que significa um período curto de 4 semanas. Portanto, não tão longo tempo, e o fato da maioria dos países oferecer segurança e uma estadia tranquila já acalma a ansiedade dos pais.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Como transportar com segurança crianças no carro
Como transportar com segurança crianças no carro
Para garantir a segurança dos pequenos, ao sair de casa de carro é preciso sempre estar atenta às regras de condução de crianças. Além do conforto para os filhos, essa atitude representa guardar a segurança delas e da família em geral.
O código de trânsito brasileiro é o conjunto de leis que versa sobre todas as regras de comportamento no trânsito e sobre tudo que é ligado à atividade de dirigir. As crianças como passageiras em um automóvel devem estar sob a proteção de itens de segurança que preservem a sua condição de carona dentro do veículo.
Um conjunto de medidas agregadas faz com que o trânsito flua normalmente, desde que haja o repeito às leis de trânsito e que as vias tenham qualidade em sua infraestrutura. A prevenção que vai desde a escolha dos serviços oferecidos pelo seu seguro automóvel, das revisões corriqueiras até a colocação das cadeirinhas para bebês ou crianças pequenas.
A resolução do Contran publicada em 2008 esclarece que toda criança menor de 10 anos de idade deve ser transportada no banco traseiro e sempre com sinto de segurança. O número de mortes de crianças envolvidas em acidente no trânsito é alarmante e em muitos casos por falta do uso do sinto ou cadeira apropriada o resultado é pior. Com uso dos dispositivos de segurança os riscos de lesões caem em até 70% de acordo com estudos.
São três tipos de assentos que são utilizados de acordo com a idade da criança. São eles “bebê conforto”, “conversível” e “assento de apoio”. São produzidos para manter a criança segura durante o movimento do carro essas cadeirinhas, de acordo com a idade e altura, respeitam a anatomia do corpo da criança, oferecendo assim além da segurança, o bem-estar. Saiba os detalhes de cada assento lendo o artigo sobre essas regras no site seguroauto.org.
Se for viajar de carro com crianças além de seguir essas regras de segurança, caso a viagem seja longa, vale a pena planejar um pouco de lazer, como livrinhos, jogos e filmes para que as crianças consigam suportar a viagem e se divertir durante as horas de estrada.
Não hesite em fazer paradas no caminho, em locais seguros, como restaurantes ou postos de gasolina com lanchonete, para que não só o motorista mas a família tenha um pouco de descanso do cansaço de pegar longas horas na estrada.
Antes de partir para uma viagem de carro, o importante é o planejamento, o motoristas deve ter uma noite de sono anterior bem dormida e estar se sentindo bem para enfrentar quilômetros ao volante, além de manter a prudência e a responsabilidade para colaborar para fazer uma viagem tranquila.
Você usa que assento em seu carro para transportar crianças?
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Educação alimentar começa em casa
A alimentação permanece na lista das maiores preocupações dos pais. Talvez por saber que muitas doenças podem ser provocadas pelos maus hábitos alimentares. Falta de disposição para etudar, noites mal dormidas ou problemas de visão podem ser causados por escassez de nutrientes na alimentação, importante para o desenvolvimento saudável e o crescimento.
A infâcia pode ser um período de investimento em boa alimentação caso os pais sigam alguns critérios como selecionar o que entra no carrinho do supermercado. Sabemos que não é fácil a tarefa de introduzir novos sabores nas refeições dos filhos, uma vez que quase batalhamos sozinhos, contra o bombardeamento das propagandas de TV e das modas de fast-food. Mas, se colocarmos esse assunto como prioridade, funciona.
Vale sempre ressaltar que nenhum empenho é em vão, quanto mais cedo você acostumar a criança a ingerir frutas e verduras, mais abertas a essas escolhas elas estarão. E isso não significa que não vão gostar. Se acontecer muita birra, várias receitas podem incluir legumes, verduras ou frutas em suas composições sem destacar tanto o gosto particular de cada item, em especial no caso dos alimentos cujo sabor não é o predileto das crianças.
As frutas, além de serem ótimas sobremesas in natura, ganham ainda mais sabor em sucos frescos, compotas, doces ou sorvetes caseiros. O Brasil tem a vantagem de ter uma vegetação variada, assim como o clima em diversas partes o que favorece ao plantio de diferentes tipos de frutas, comuns a regiões, certamente na sua cidade você encontrará uma grande oferta delas.
Se os pais tiverem em mente que quanto antes melhor no futuro, logo que a criança começa a experimentar outros alimentos, é possível e vantajoso incluir novos sabores. As sopinhas trituradas são um ótima opção para incluir proteínas e vitaminas no cardápio. Especialistas apontam que uma alimentação variada reduz a possibilidade de contrair doenças, desde uma simples gripe até outras que causam piores consequências e esse ponto é que difere na economia da saúde, quando se coloca lado a lado o comportamento da saúde e sua assistência.
Não há como proibir os lanches em shopping e o hambúrguer no fim de semana, mas que ao menos a criança tenha em casa a chance de ter alimentos saudáveis. Por fim, não vamos esquecer, o quanto é importante o aleitamento materno, pelo menos, nos 6 primeiros meses de vida.
Qual importância você dá a alimentação do seu filho?
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