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terça-feira, 4 de novembro de 2008

Trilha do Alfabeto


No pátio ou na quadra, trace um caminho e coloque as letras do alfabeto, conforme a foto.
Peça a cada aluno que passe pelo caminho:
  • usando um bonequinho confeccionado pelas próprias crianças elas deverão jogar o dado
  • pular o número de casas de acordo com a quantidade indicada no dado
  • na letra que parar seu boneco a criança deverá dizer uma palavra que comece com a letra
  • outra variação parando em determinada letra e dizer a que vem antes e depois


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sexta-feira, 4 de julho de 2008

Trabalhando as diferenças: Elmer o Elefante

História: Elmer o Elefante 

Era uma vez uma manada de elefantes. Elefantes novos, elefantes velhos, elefantes altos, magros ou gordos. Elefantes assim, elefantes assado, todos diferentes, mas todos felizes e todos da mesma cor. Todos, quer dizer, menos o Elmer.
O Elmer era diferente.
O Elmer era aos quadrados.
O Elmer era amarelo e cor de laranja e encarnado e cor-de-rosa e roxo e azul e verde e preto e branco.
O Elmer não era cor de elefante.
Era o Elmer que mantinha os elefantes felizes. Às vezes era ele que pregava partidas aos outros elefantes, às vezes eram eles que lhe pregavam partidas. Mas quando havia um sorriso, mesmo pequenino, normalmente era o Elmer que o tinha causado.
Uma noite o Elmer não conseguia dormir; estava a pensar, e o pensamento que ele estava a pensar era que estava farto de ser diferente. “Quem é que já ouviu falar de um elefante aos quadrados”, pensou ele. “Não admira que se riam de mim.” De manhã, enquanto os outros ainda estavam meio a dormir, o Elmer escapou-se muito de mansinho, sem ninguém dar por isso.
Enquanto atravessava a floresta, o Elmer encontrou outros animais.
Todos eles diziam: “Bom dia, Elmer.” E de cada vez o Elmer sorria e dizia: “Bom dia.”
Depois de muito andar, o Elmer encontrou aquilo que procurava – um grande arbusto. Um grande arbusto coberto de frutos cor de elefante. O Elmer agarrou-se ao arbusto e abanou-o e tornou a abaná-lo até que os frutos terem caído todos no chão.
Depois de o chão estar todo coberto de frutos, o Elmer deitou-se e
rebolou-se para um lado e outro, uma vez e outra vez. Depois pegou em cachos de frutos e esfregou-se todo com eles, cobrindo-se com o sumo dos frutos, até não haver sinais de amarelo, nem cor de laranja, nem de encarnado, nem de cor-de-rosa, nem de roxo, nem de azul, nem de verde, nem de preto, nem de branco. Quando o acabou, Elmer estava parecido com outro elefante qualquer.
Depois o Elmer dirigiu-se de regresso à manada. De caminho voltou a passar pelos outros animais. Desta vez cada um deles disse-lhe: “Bom dia, elefante.” E de cada vez que Elmer sorriu e disse: “Bom dia”, muito satisfeito por não ser reconhecido.
Quando o Elmer se juntou aos outros elefantes, eles estavam todos muito quietos. Nenhum deles deu pelo Elmer enquanto ele se metia no meio da manada.
Passado um bocado o Elmer sentiu que havia qualquer coisa que não estava bem. Mas que seria? Olhou em volta: a mesma selva de sempre, o meu céu luminoso de sempre, a mesma nuvem escura que aparecia de tempos em tempos, e por fim os mesmos elefantes de sempre. O Elmer olhou para eles.
Os elefantes estavam absolutamente imóveis. O Elmer nunca os tinha visto tão sérios. Quanto mais olhava para os elefantes sérios, silenciosos, sossegados, soturnos, mais vontade tinha de rir. Por fim não conseguia aguentar mais. Levantou a tromba e berrou com quanta força tinha:
BUUU!
Com a surpresa, os elefantes deram um salto e caíram cada um para seu lado. “São Trombino nos valha!”, disseram eles, e depois viram o Elmer a rir perdidamente. “Elmer”, disseram eles. “Tem de ser o Elmer.” E depois s outros elefantes também se riram como nunca se tinham rido.
Enquanto se estavam a rir a nuvem escura apareceu, e quando a chuva começou a cair em cima do Elmer os quadrados começaram a aparecer outra vez. Os elefantes não paravam de rir enquanto o Elmer voltava às cores do costume. “Oh Elmer”, ofegou um velho elefante. “Já tens pregado boas partidas, mas esta foi a melhor de todas. Não levaste muito a mostrar as tuas verdadeiras cores.”
“Temos de comemorar este dia todos os anos”, disse outro. “Vai ser o dia do Elmer. Todos os elefantes vão ter de se pintar e o Elmer vai-se pintar de cor de elefante.”
E é isto mesmo que os elefantes fazem. Num certo dia do ano, pintam-se todos e desfilam. Nesse dia, se vires um elefante com a cor vulgar de um elefante, já sabes que deve ser o Elmer.
MCKEE, D. (1997). Elmer (Tradução de J. Oliveira, 4ª edição). Lisboa: Caminho.

Conversação sobre a história e as diferenças:

Depois de contar a história conversamos sobre ela e as atitudes de Elmer por se achar inferior aos demais elefantes pelo fato de ser diferente. Nossa conversa foi bem proveitosa e ficou claro através das falas das crianças que o importante na vida não é ser igual à todo mundo e sim de sermos pessoas boas.

Pedi para as crianças recontarem a história e à medida que iam fando eu a anotava no quadro-negro. Solicitei que fizessem um desenho sobre a história para que depois escolhessem o desenho que mais gostaram.


Passei o texto recriado poe eles no mimeógrafo e o desenho.
Pedei que circulassem no texto as palavras elefante, elefantes, Elmer.
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Colagem de gravuras e palavras que começam com a letra E trazidas de casa:

Trilha do Elmer para trabalhar matemática (contas de adição e subtração).
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Trilha do Elmer para essa atividade coloquei em algumas casas contas de adição e subtração em algumas casinhas:
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Elefantinhos para representar os jogadores (recortar e dobrar no meio):


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Trabalhando o sentido do tato.

Confeccionei o elefante Elmer em papel pardo e coloquei papéis de várias texturas, vários tipos de sementes e grãos, lantejoulas de tamanhos diferentes, lixa e algodão:

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Fizemos uma rodinha e as crianças escolhiam um dos itens colocados à disposição para colar no Elmer.

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Depois da colagem, cada criança com os olhos vendados tentou adivinhar o material que estava apalpando:

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Logo estarei postando mais atividades desenvolvidas à partir da história de Elmer.
Créditos:www.andersenpress.co.ukescritoresdepalmoemeio.blogspot.com
http://jt44.free.fr/
http://ei.forumvila.com/


domingo, 2 de dezembro de 2007

Trilha das Boas Maneiras II

De Regrinhas



Olá estou postando só agora a explicação da trilha porque tive que formatar o meu PC e perdi muitos arquivos, procurei colocar todas ilustrações da trilha, mas como algumas foram perdidas subistituí por outras imagens.
Trilha de boas maneiras
Materiais:
Feita com duas cartolinas que colei uma à outra para poder ficar bem grande.
Piratinha colado no tubo de papel higiênico para poder pular as casinhas e representar o competidor.
Usar um dado, para saber o número de casas a serem avançadas.
A criança joga o dado se der um número (nesse caso um) a cça coloca o seu dado na casa que representa as crianças andando em fila, como essa é uma atitude correta não acarreta em punição, sendo assim seu piratinha ficara nessa casa.
Quando cair em uma casa onde tem o ponto de interrogação ? a criança deve escolher uma ficha onde a professora lê a pergunta. Se acertar a criança continua onde está e se errar volta uma casa.
Possíveis perguntas para as fichas:
- Se meu colega me empurrar tenho o direito de empurrá-lo também?
-O que devo fazer quando esbarro sem querer em um colega?
- Na hora da rodinha todos querem falar ao mesmo tempo. O que devo fazer antes de falar? (levantar o dedo para pedir permissão)
- Na hora do lanche Paulinho pegou o lanche do colega. Sua atitude foi correta?
-Quando quero um favor de alguém que palavrinha tem que usar?
-Quando quero passar no meio de duas pessoas que palavrinha deve dizer?
No caso da imagem da casa 3, a cça está falando um palavrão então volta uma casa.
Se o piratinha cair na casa desse desenho onde as crianças estão brincando sem brigas, como é uma atitude correta ela não sofre punição pode permanecer nessa casa.
Se cair na casa de número 7 onde tem a ilustração de cças brincado, como é uma atitude errada volta 1 casa.
Caindo na casa de número 10 , como a cça não esta ajudando o colega à organizar a sala deve voltar uma casa.
Na casa 12 a criança está com o dedo levantado para pedir permissão para falar, como é uma atitude correta não sofre punição e fica na mesma casa.

Trilha das Boas Maneiras: baú do tesouro

Hoje a tarde foi curta de tantas aventuras.
Primeiro colocamos o nosso chapéu e o tampa-olhos de pirata e jogamos a Trilha de Boas Maneiras, cada criança foi representada pelo piratinha que havia feito numa aula anterior onde confeccionamos os piratinhas, os chapéus e os tampa olhos. Dividi a turma em 4 grupos de 5 alunos cada para jogarem a trilha, os vencedores de cada grupo jogaram a grande final para descobrir o vencedor que teria o direito de abrir o mapa e ficar responsável pela chave do baú do tesouro.



Clique aqui para baixar os desenhos e o passo-a-passo da Trilha de Boas Maneiras


Depois de aberto o mapa fomos observá-lo para ver se conseguíamos descobrir onde o tesouro estava escondido. Não deu outra as crianças descobriram de primeira.
Fomos até o parque para ver se erá lá mesmo. E as crinaças assim que o avistaram correram até o baú e o trouxeram para baixo. O vencedor da trilha e portador da chave abriu o baú, antes teve de dizer as palavrinhas mágicas... Por Favor, Muito Obrigado, Com Licença... (fiz o baú com caixa de papelão e coloquei um cadeado desses de diário). E olha só a surpresa que lá estava: Moedas de chocolate e Medalhões do Amigos (a idéia do baú e dos medalhões é da Professora Cleusa da comunidade Escola Sem Mimiógrafo).
Cada criança pegou uma moeda de chocolate e um medalhão onde teve que descobrir qual a criança que estava com a outra metade dele:
Como tinha um número impar de crianças peguei um medalhão também e fui procurar meu amigo para brincarmos:
Foi uma grande aventura onde podemos aprender um pouco mais...