quarta-feira, 20 de agosto de 2014
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Hora do Conto: Vídeo da teatro -A Festa no Céu
sábado, 7 de dezembro de 2013
Teatro: O patinho Bonito (Hora do Conto)
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Teatro O Patinho Feio
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Hora do Conto II
Olá amigos hoje na minha escola, dando seqüencia ao projeto Hora do Conto, foi o dia da apresentação da Turma do Jardim III da Professora Lúcia. Confira:
A Ratoeira
Um rato olhando pelo buraco na parede vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Ficou aterrorizado quando descobriu que era uma ratoeira.
Foi para o pátio da fazenda advertindo a todos:
-Tem uma ratoeira na casa!
Porem, a galinha, que ciscava, levantou a cabeça e disse que não lhe dizia respeito, pois não corria perigo por causa da ratoeira. O coelho foi sarcástico, dizendo que ia orar pelas almas dos ratos. O boi mal deu ouvidos a um animalzinho tão insignificante. Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite ouviu-se um barulho característico: a ratoeira aprisionara sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que a armadilha havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira pegou a cauda de uma cobra venenosa. a cobra picou a mulher.
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Achando que uma canja confortaria sua esposa, o fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal - a galinha.
Como a mulher continuava mal, amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro então matou o cordeiro.
A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou o boi para alimentar todo aquele povo.
Na próxima vez em que você ouvir um companheiro dizer que está diante de um problema e acreditar que isto não lhe diz respeito, lembre-se: Quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Apresentação da Pátria
A nossa apresentação da semana da Pátria foi hoje. Fizemos uma apresentação musical, quem teve a idéia foi a professora Lúcia que gentilmente convidou minha turma e a turma da professora Andresa do jardim, para apresentarmos.
Esta foi a música encenada:
Sonho Wagner Roberto
Sonhei com um país onde fome não haviaOnde cirança na calçada não dormia
Não pedia esmola
Não cheirava cola
Sonhei com um país onde na mesa tinha pão
Onde as famílias tinham um pedaço de chão
E eram felizes, e eram felizes
CORO
Ah!O Brasil seria muito diferente
Às pessoas viveriam mais contentes
Nos corações existiriam mais amor (Entra uma menina carregando um "coração" escrito Jesus)
Ah!não Haveria o mal, o ódio,a violência
Este país seria uma grande potência ( Entra um menino com a bandeira do Brasil)
se o Deus deste país fosse o senhor
Sonhei com um país onde existia a igualdade
Onde as pessoas eram gente de verdade
e eram felizes,e eram felizes
Sonhei com um país onde só um Deus era adorado
Onde somente seu nome era exaltado
e só ele era santo,e só ele era santo.
O cenário foi dividido em duas partes: no lado esquerdo havia um painel ilustrando uma favela, crianças maltrapilhas ficavam a sua frente, representando a pobreza:
Do lado direito um painel bem alegre, casa, mesa com pão, crianças brincando felizes. Representando o Brasil que sonhamos para todos:
No decorrer da música uma criança vestida de branco representando um anjo do Senhor caminha até cada criança de rua e à leva para o cenário do lado direito "dos sonhos".
Agradecimentos especiais:
Agradeço a professora Lúcia pela idéia da apresentação, à Raquel que confeccionou o cenário (do sonhos), ao professor Diego que fez o cenário da favela e aos nossos alunos que fizeram tudo direitinho.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Hora do conto

Na escola onde trabalho estamos realizando um projeto chamado A Hora do Conto, e uma das atividades do projeto é que uma vez por mês uma professora fica "encarregada" de apresentar para todos os alunos um conto. Esse mês foi a minha vez, e para apresentar o conto resolvi envolver toda a turma, para encenar a fábula A Festa no Céu.
Com a ajuda da estágiaria Raquel confeccionamos o cenário e as fantasias.

A FESTA NO CÉU
NARRADOR:
Decidiram fazer uma festa no céu.
A tartaruga ficou sabendo da festa, mas não sabia como iria. Ela então pediu ao Urubu:
Tartaruga:
-- Me leve à festa no céu, seu Urubu. Eu não sei voar e você bem que poderia me levar.
--Não me amole! A festa não é para você!
A tartaruga saiu triste seguindo o seu caminho.
De repente, ele teve uma idéia:
Tartaruga:
--Ah! Já sei como irei à festa! Quando o Urubu dormir, eu irei bem devagarzinho e me escondo dentro do violão dele.
E assim, a tartaruga esperou o Urubu dormir e escondeu-se dentro do violão.
Tartaruga:
--Xiii.......já está passando da hora, estou atrasado para a festa no céu!
Ele saiu voando bem depressa com seu violão pendurado nas costas e não notou a tartaruga bem escondidinha.
Pelo caminho, o Urubu encontrou também vários pássaros voando em direção ao céu.
Quando o Urubu chegou ao céu, ele ficou maravilhado.
Estava todo enfeitado com estrelas de várias cores, que piscavam sem parar.
Os anjos cantavam músicas animadas e todos dançavam.
Havia doces e salgadinhos de todas as qualidades.
O Urubu deixou o violão encostado num canto e foi dançar.
A tartaruga aproveitou e saiu de dentro do violão.
A tartaruga então começou a comer tudo que via pela frente e dançou a noite inteira.
O Urubu viu a tartaruga e ficou desconfiado.
--Como você chegou aqui Dona tartaruga?Você não sabe voar!
--Ora, Seu Urubu, isso é segredo. Eu dei um jeitinho e aqui estou.
Quando a festa estava quase no fim, a tartaruga mais que depressa se escondeu dentro do violão.
O Urubu despediu-se de todos, pôs o violão nas costas e voou em direção a Terra.
Mas ele achou o violão muito pesado. Era porque a tartaruga comeu muito durante a festa.
Desconfiado, o Urubu olhou dentro do violão.
E quem estava lá dentro? Era a tartaruga todo encolhidinho.
--Ah! Peguei você, tartaruga mentirosa! Agora você vai aprender!
E o Urubu virou o violão e a tartaruga veio caindo lá do céu.
A tartaruga caiu em cima de uma pedra e ficou toda quebrada.
Os anjinhos com pena dela e juntaram todos os pedaços.
E é por isso que até nos dias de hoje as tartarugas têm o casco todo recortadinho.
E ele aprendeu a lição. A gente não deve ir onde não é chamado.
Clique nas imagens para ampliar:
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A festa no Céu
segunda-feira, 3 de março de 2008
Teatro de Páscoa

Teatro de fantoches para Páscoa
Bonecos: coelho. ovelha (e menino ou menina, caso queira colocar o boneco ao invés do professor)
Narrador: Professor ou professora que conversa com os bonecos
Objetivo: Mostrar o verdadeiro sentido da Páscoa
Versículo: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” João 1: 29
Vamos proclamar ao mundo inteiro!
O professor ( ou fantoche de criança) entra, cumprimenta as crianças e enquanto fala entra o coelho entra cantando alguma música de páscoa, por exemplo: coelhinho da páscoa que trazes...
O professor vê o coelho e fala com ele:
Professor :Olá, coelhinho. Como vai?
Coelho: Estou super feliz.
Professor: É estou vendo! Mas por que essa alegria toda?
Coelho: Ué, tio. Só você que não sabe?
Professor: O que eu não sei?
Coelho: Que está chegando o grande dia! O mais importante dia do ano.
Professor: Ah! Você deve estar querendo dizer que vai ser o seu aniversário.
Coelho: Não, não. É melhor que isso.
Professor: Melhor que isso?
Coelho: É o dia mundial dos coelhos.
Professor: Eu não sabia que existia isso!
Coelho: É professor! É a páscoa!
Professor: Ah., bem. Então acho que você é que está enganado.
Coelho: Enganado, eu? Por quê?
Professor: Sabe, você precisa saber o que é de verdade a páscoa. Os coelhos são mesmo animais muito lindos...
Coelho: Obrigado. Você tem razão.
Professor: É verdade. Mas as pessoas inventaram essa história de coelhos e chocolate para que pudessem vender bastante na festa da páscoa.
Coelho: Epa! Que tem os meus ovos haver com isso?
Professor: Coelho, veja bem: Você, ou a dona coelha, botam ovos?
Coelho: Não. Mas são ovos especiais de chocolate.
Professor: Tudo bem. Vocês botam ovos de chocolate?
Coelho: Não.
Professor: Coelho, não fique triste. Podemos gostar de coelhos e até de comer chocolate. Mas é muito bom quando sabemos a verdadeira história da páscoa.
Coelho: Taí! Isso eu quero saber.
Professor: Há muitos anos atrás o povo de Deus, chamados os israelitas ou hebreus estavam escravizados em um país que não era o deles: o Egito.
Coelho: Ser escravo é muito ruim. Eu nunca quero ser escravo de ninguém.
Professor: Você tem razão. Deus também não quer que soframos como escravos. Por isso Ele enviou um homem chamado Moisés para libertar as pessoas da escravidão.
( Se quiser pode ir mostrando as gravuras da história para as crianças e para o coelho)
Professor: Eram milhares de pessoas escravas ali. Deus mandou 10 pragas terríveis para que Faraó visse poder dEle e libertasse as pessoas.
Coelho: Ei, essa história eu já ouvi. Mas é bom lembrá-la de novo e ver o que isso tem haver com a páscoa.
Professor: Está bem. Quando finalmente Faraó falou que o povo poderia ir embora Deus disse que esse era um dia muito especial e deveriam fazer uma festa. Nesta festa eles já estariam vestidos para a viagem, deveriam comer pães sem fermento, ervas amargas e assar um cordeiro.
Coelho: Isso era a festa?
Professor: Sim. Para eles era uma grande comemoração. Eles ficaram como escravos por 400 anos, e agora estavam livres! Deus disse: Todo ano vocês vão comemorar essa festa que se chama Páscoa.
Coelho: Só não entendi porque cordeiro? Achei que seria coelho.
Professor: Para eles o cordeiro era muito importante. Deus os tinha ensinado, que cada vez que alguém pecasse não poderia se aproximar dEle, pois Ele é Santo e não pode chegar perto do pecado. Era preciso cada matar um cordeiro como se ele morresse no lugar da pessoa levando embora seus pecados.
Coelho: Que difícil. Coitado dos cordeiros.
Professor: Sim. Mas seria pior se cada pessoa morresse quando pecasse!
Coelho: Então essa é a Páscoa?
Professor: Sim , mas existe uma nova páscoa. Muitos anos depois, quando o Filho de Deus, Jesus, veio a esse mundo Ele ensinou uma nova maneira de comemorarmos a Páscoa.
Coelho: O próprio Filho de Deus? Ele nos ensinou outra maneira de festejar a páscoa?
Professor: Outra maneira e outro motivo. Antes era comemorada a festa da Páscoa somente pelos judeus que lembravam que um dia eles tinham sido escravos mas ganharam a liberdade.
Coelho: É mesmo. Livres do Egito.
Professor: Muito bem! A Bíblia nos ensina a comparar o Egito com as coisas deste mundo que nos fazem ficar longe da vontade de Deus. Jesus veio a esse mundo nos libertar do pecado que nos leva a morte. A Bíblia diz que o salário do pecado é a morte, e Deus não quer que sejamos castigados sendo pra sempre escravos do pecado que nos levará a morte.
Coelho: Quer dizer que todas as pessoas são escravas do pecado e um dia poderão morrer e ficar pra sempre sem Deus?
Professor: Isso mesmo! Como você é esperto. Todos somos pecadores, mas Deus nos ama tanto que foi por isso que mandou um Cordeiro especial que pode tirar o pecado de todas as pessoas, em todas as épocas e lugares.
Coelho: Que cordeiro tão poderoso é esse? Espera aí que tenho aqui um amigo que quero que ouça isso.
(Entrar a ovelha, que chega fazendo: Bé, bé. )
Coelho: Veja, professor, tenho um amigo cordeiro. Foi ele o cordeiro especial?
Professor: (Depois de cumprimentar o cordeiro diz) Não. Era preciso que fosse uma pessoa de verdade. Mas uma pessoa que nunca pecou.
Coelho: Isso é impossível!
Ovelha: Bé, bé!
Professor: Você tem razão. Para nós seria impossível. Foi por isso que Jesus veio e se tornou humano como nós. Um Humano que ao mesmo tempo é Deus e que nunca pecou.
Coelho: Viva! Como gosto de finais felizes!
Professor: Sim será feliz, mas lembre-se que era preciso matar o cordeiro.
Coelho: Você quer dizer que ... Ele vai morrer?
Ovelha: Béééé... (tristonho)
Professor: Sim. O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo foi castigado no nosso lugar. As pessoas o sacrificaram numa cruz.
Cordeiro: Por que tinha que ser assim?
Ovelha: Bé?
Professor: A Bíblia diz que “Sem derramamento de sangue não há perdão” (Hb. 9:22 b). Era necessário que fosse assim. Mas não fiquem tristes. Ele ressuscitou depois de 3 dias de estar morto.
Coelho: Ele é mesmo poderoso! Como alguém vence a morte? Só mesmo sendo Deus!
Ovelha: Bé, bé!
Professor: Sabe o que foi isso? A nova Páscoa. Antes de morrer Jesus falou que já não era pra comemorar a libertação do Egito mas sim todos nós devemos comemorar nossa libertação do pecado que nos leva a morte.
Coelho: Essa páscoa é muito melhor! Porque ta todo mundo sendo enganado?
Professor: É que existe o inimigo de Deus que quer que todos esqueçam, ou nem saibam o que é a verdadeira Páscoa.
Coelho: Mas eu também quero ajudar a contar a verdade. Será que todos aqui poderiam ajudar a fazer o mesmo?
Professor: Vocês podem nos ajudar contando a todos sobre a verdadeira Páscoa?
